Vc passou aqui aquele dia
e quando me dei conta,
tinha levado minha atenção.
Agora passo o dia prestando atenção
pra ver se vc passa
e me devolve ela
Vc passou aqui denovo
e quando me dei conta,
Tinha levado muito mais. ...
Agora passo o dia muito mais,
pra ver se vc passa
e me devolve, pelo menos, minha atenção
Vc passou aqui denovo
e percebi que nunca levou nada,
dei tudo sem perceber
agora passo o dia sem perceber
se vc passa
e me devolve tudo de volta.
Do Guinha :)
***
O dia mereceu triple post para compensar os dias ausentes em que o medo de escrever me consumia. Aliás, ainda não escrevi muito. O pouco está guardado na minha agenda.
A poesia (ou poema?) aí em cima é do Gonzaga, que é quase um BomBril – Mil e Uma Utilidades! Custaram-me alguns dólares a liberação dela, mas eu tinha bastantes pontos para isso =]
domingo, 27 de junho de 2010
Quase um ano depois
"Que audácia a minha em tentar ser atroz quando isso não me constitui e nem a minha propensão. Contudo isso se torna forçoso tantas vezes, que meus atos fogem à minha mera vontade sutil de agir e acabo como quem não sabe o que diz; como quem não domina os próprios sentimentos, quanto mais as palavras.
Freqüentemente tenho me sentido testada pelo universo voraz no qual estou submersa e sem qualquer possibilidade de fuga. Dentro deste universo que me traga, todos os defuntos dos meus erros resolvem levantar-se para uma noite de assombração que parece nunca findar.
E por mais que eu tente tornar-me uma pessoa frugal, mais me parece não ser esse o meu fado. Indago-me quão alto há de se o nível de perfeição necessário para se atingir a paz.
O que obtenho como resposta não me satisfaz, uma vez que me provoca a apavorante sensação de ineficácia. Descubro que não há saída, se não esperar que o cenário mude, porque os atores serão sempre os mesmos. Assim poderei, por um breve tempo, iludir-me conscientemente que a alforria dos problemas que me assolam é alcançável, porém sabendo ser ela algo insolúvel, a qual só me resta sua busca, dela será feita, então, minha paz.
Amana
30 de junho de 2009
16:34 "
Um ano é muito e é pouco tempo. Mas faz tanta diferença.
Freqüentemente tenho me sentido testada pelo universo voraz no qual estou submersa e sem qualquer possibilidade de fuga. Dentro deste universo que me traga, todos os defuntos dos meus erros resolvem levantar-se para uma noite de assombração que parece nunca findar.
E por mais que eu tente tornar-me uma pessoa frugal, mais me parece não ser esse o meu fado. Indago-me quão alto há de se o nível de perfeição necessário para se atingir a paz.
O que obtenho como resposta não me satisfaz, uma vez que me provoca a apavorante sensação de ineficácia. Descubro que não há saída, se não esperar que o cenário mude, porque os atores serão sempre os mesmos. Assim poderei, por um breve tempo, iludir-me conscientemente que a alforria dos problemas que me assolam é alcançável, porém sabendo ser ela algo insolúvel, a qual só me resta sua busca, dela será feita, então, minha paz.
Amana
30 de junho de 2009
16:34 "
Um ano é muito e é pouco tempo. Mas faz tanta diferença.
Hey Jude
Escutar essa música passa uma sensação apaziguadora, como se ela própria carregasse consigo um espírito de esperança.
Ela diz: “Hey, Jude, não tenha medo,
Você foi feito para sair e conquistá-la,
No minuto que você deixá-la entrar na sua pele,
Então você começará a melhorar.”
E é exatamente assim que acontece. É como se você deixasse para lá todos os medos e tudo ficasse mais bonito, mais cheio de luz. Como se o sorriso das pessoas brilhassem mais e os olhos fossem mais profundos. Então você pensa em abraçar todos e lhes dizer o quanto são especiais e que sempre poderão contar com você.
Tá, eu sei que a vida não é bela, mas acredito que cada um faz sua parte no seu pequeno mundo.
Gosto de agora, desse exato momento: os rostinhos, as palavras, os sorrisos me fazem bem.
Eu só tenho que dizer “obrigada”, né? :)
sexta-feira, 11 de junho de 2010
12 de junho, Dia dos Namorados
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